Chuva faz o papel de
bombeiros no Saci

Uma chuva média, precedida de ventos moderados e com duração de 15 minutos, banhou o conjunto Saci no final da tarde desta quinta-feira (09), causando uma acentuada queda na temperatura. Serviu também para apagar focos de incêndios na mata ciliar da margem do rio Parnaíba, ao longo da Avenida Maranhão.
Nos últimos dois dias o Corpo de Bombeiros foi acionado para impedir o alastramento de pequenos incêndio nas imediações do conjunto Velho Monge. O trecho compreendido entre a Cepisa e o Saci se tornou mais vulnerável a incêndios devido ao acúmulo de lixo e a promiscuidade reinante na área, onde se estabeleceu a lavagem de automóveis.
De olhos fechados para o problema, os órgãos responsáveis pela proteção ambiental não adotam medidas proibitivas. A Prefeitura se acomoda, deixa que a Avenida Maranhão se transforme em escoadouro de dejetos que vão de animais mortos a troca de óleo lubrificante de automóveis.
Escrito por Cazé às 19h56
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Insatisfações de toda eleição
No Brasil já virou rotina: todas as vezes que se realiza uma eleição ocorre uma acomodação partidária. Enquanto isso, a tão sonhada reforma política não sai, porque o intervalo entre uma eleição e outra é muito pequeno (apenas dois anos). Os motivos para a mudança de partido não são apenas as derrotas. Boa parte dos que ganharam já estava com um pé em outras siglas.
No PMDB do Piauí os dirigentes Alberto Silva e Mão Santa, presidente e vice, respectivamente, estão sendo pressionados a deixar o comando partidário, por razões distintas. Alberto entregou parte dos colegas ao governo, enquanto Mão Santa se isolou, fazendo oposição sistemática ao presidente Lula, ora com discursos no Senado, ora apoiando candidaturas isoladas nos municípios.
Curiosamente, os dois dirigentes partidários são parnaibanos e donos de retóricas parecidas. Alberto procura atenuar a crise do seu partido afirmando que ainda pode dar um chute a gol (seria um gol contra?), enquanto o outro anuncia sua candidatura a presidente da República, após ter saído de uma das mais humilhantes derrotas eleitorais em sua própria cidade, onde sua esposa perdeu a eleição para prefeito.
O PMDB, contudo, não é o único partido a enfrentar turbulência. PSDB e DEM já cogitam uma fusão entre si, enquanto o conglomerado de siglas que apóiam o governo Lula se vê diante de um impasse: correr o risco de apoiar um nome do PT para a sucessão de Lula, ou sair, cada um com candidatura própria.
Por enquanto, existe apenas a turbulência partidária. A acomodação ou a tragédia não ocorrerá antes do resultado do segundo turno da eleição municipal. A capital de São Paulo traçará o destino do PT e do PSDB. O que sair vitorioso terá melhores condições para fazer alianças com vista ao pleito de 2010.
Escrito por Cazé às 09h55
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Sem resposta
Em discurso pausado, o deputado Roncalli Paulo (PSDB) acusou o deputado federal José Francisco Paes Landim de ter patrocinado coação policial contra a própria irmã, mãe do candidato a prefeito de São João do Piauí, Robert Paes landim, que se reelegeu derrotando o ex-prefeito Murilo Paes landim, seu tio.
Segundo Roncalli, José Francisco se plantou dentro do Forum, até conseguir a decisão do juiz mandando evacuar as pessoas que se encontravam no quarteirão em frente à casa da mãe do prefeito, fato que considerou inédito e atentatório ao direito de ir e vir.
Para Roncalli, a coação policial, com o uso de tropa do exército, foi do conhecimento do governador Wellington Dias, que estava empenhado em derrotar o prefeito Robert Paes landim. Ele afirmou que a mãe do prefeito tem resistido a todo tipo de pressão, inclusive enfrentando a sogra do governador.
O deputado disse que as pessoas que se encontravam dentro da residência da mãe do prefeito ficaram lá o dia inteiro, temendo sair e depois não poder mais entrar. “Eu mesmo saí e fui preterido na volta. Só entrei depois que apresentei minha carteira de deputado – frisou.
Escrito por Cazé às 20h12
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O preço do orelhão
O telefone público (orelhão) está se tornando inviável
para as pessoas mais necessitadas, devido ao elevado preço das ligações. De
orelhão para celular um cartão de 40 unidades, que custa mais de cinco reais, se
esvai em dois minutos.
Gasta mais com esse tipo de ligação o usuário da zona arurtal,
onde praticamente não existe telefone fixo. De celular para celular o consumo é
um pouco menor e ainda existem umas tais promoções. O que anda fazendo o governo
que ainda não criou a bolsa orelhão?
Escrito por Cazé às 10h20
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