Arquivos
 15/11/2009 a 21/11/2009
 08/11/2009 a 14/11/2009
 01/11/2009 a 07/11/2009
 25/10/2009 a 31/10/2009
 18/10/2009 a 24/10/2009
 11/10/2009 a 17/10/2009
 04/10/2009 a 10/10/2009
 27/09/2009 a 03/10/2009
 20/09/2009 a 26/09/2009
 13/09/2009 a 19/09/2009
 06/09/2009 a 12/09/2009
 30/08/2009 a 05/09/2009
 23/08/2009 a 29/08/2009
 16/08/2009 a 22/08/2009
 09/08/2009 a 15/08/2009
 02/08/2009 a 08/08/2009
 26/07/2009 a 01/08/2009
 19/07/2009 a 25/07/2009
 12/07/2009 a 18/07/2009
 05/07/2009 a 11/07/2009
 28/06/2009 a 04/07/2009
 21/06/2009 a 27/06/2009
 14/06/2009 a 20/06/2009
 07/06/2009 a 13/06/2009
 31/05/2009 a 06/06/2009
 24/05/2009 a 30/05/2009
 17/05/2009 a 23/05/2009
 10/05/2009 a 16/05/2009
 03/05/2009 a 09/05/2009
 26/04/2009 a 02/05/2009
 19/04/2009 a 25/04/2009
 12/04/2009 a 18/04/2009
 05/04/2009 a 11/04/2009
 29/03/2009 a 04/04/2009
 22/03/2009 a 28/03/2009
 15/03/2009 a 21/03/2009
 08/03/2009 a 14/03/2009
 01/03/2009 a 07/03/2009
 22/02/2009 a 28/02/2009
 15/02/2009 a 21/02/2009
 08/02/2009 a 14/02/2009
 01/02/2009 a 07/02/2009
 25/01/2009 a 31/01/2009
 18/01/2009 a 24/01/2009
 11/01/2009 a 17/01/2009
 04/01/2009 a 10/01/2009
 28/12/2008 a 03/01/2009
 21/12/2008 a 27/12/2008
 14/12/2008 a 20/12/2008
 07/12/2008 a 13/12/2008
 30/11/2008 a 06/12/2008
 23/11/2008 a 29/11/2008
 16/11/2008 a 22/11/2008
 09/11/2008 a 15/11/2008
 02/11/2008 a 08/11/2008
 26/10/2008 a 01/11/2008
 12/10/2008 a 18/10/2008
 05/10/2008 a 11/10/2008
 25/05/2008 a 31/05/2008

Votação
 Dê uma nota para meu blog

Outros links
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis




Blog do Cazé - E-mail: czerosa@yahoo.com.br
 


Galerias

 

Um dos problemas mais sérios de Teresina é o entupimento de galerias pluviais. Elas são quase todas a céu aberto. O problema se torna mais sério devido à precária manutenção.

 

Uma empresa contratada pela Prefeitura, a Qualix, despacha um ônibus com operários, todas as manhãs, para desentupir galerias, conforme as reclamações, em diferentes pontos da cidade.

 

Até aí, a assiduidade da empresa merece elogios. Acontece que ela não se responsabiliza pela saúde de seus operários. Dessa forma, quando a operação requer mergulhos na galeria entupida, os operários se recusam, com justa razão.

 

Em casos dessa natureza o melhor caminho seria uma inspeção no contrato. O caso mais recente aconteceu na rua asfaltada que liga o conjunto residencial Milton Brandão, ao lado do Saci, ao Posto Fiscal da Fazenda na Tabuleta, na manhã deste sábado (28).



Escrito por Cazé às 16h57
[] [envie esta mensagem
]





 

Situações parecidas

                                           (1)       

Mãe autoritária grita com o filho de três anos: come o arroz, menino.

Eu quero é carne - responde ele.

Não tem carne - explica a mãe.

Mas eu quero - insiste o menino.

Em decisão truculenta a mãe retira o prato e sentencia:

agora, tu não terás nem carne e nem arroz.

O menino fica com fome.

                                            (2)

Liga para a TV Meio Norte, dirigindo-se ao secretário de Segurança, Robert Rios, ali presente, um telespectador de Capitão de Campos. Denuncia a falta de viatura na Delegacia local.

O secretário explica que a coisa não era bem aquela. O delegado pedira uma viatura zero quilômetro, para substituir uma que estava com um ano de uso.

Vai mais fundo o secretário: atendi a primeira parte do pedido do delegado, o recebimento da viatura. A segunda parte, o envio da nova viatura, não vai acontecer, tão cedo - bate o martelo.

Na situação 1 a vítima foi a criança. Na situação 2 é a população que vai pagar o pato, quando poderia o secretário ter punido o delegado, e não a sociedade de Capitão de Campos.



Escrito por Cazé às 11h58
[] [envie esta mensagem
]





Quebra do silêncio (1)

Após um longo e sepulcral silêncio, o Governo do Estado, na pessoa do governador Wellington Dias, volta a falar sobre a obra de extensão do Metrô de Teresina. Mas o faz de forma enigmática. Diz que autorizou a compra de novos trens, que o investimento é em torno de oito milhões, mas quem anuncia o mês da inauguração é um dos diretores da Companhia, Antônio Sobral.

A matéria publicada pela TV Meio Norte diz que o governador “cobrou” a conclusão da ampliação do Metrô, mas não disse quem é o devedor. Seria o deputado federal Alberto Silva, o filho dele, Marcos Silva ou o próprio Sobral?

Na verdade, a cobrança devia ter sido feita pela oposição, ao Governo Estadual, ou pelo governador, ao Governo Federal. Cobrança de governador a subalterno não deve ser feita em público, mas sim em privado.

De acordo com o Tribunal de Contas da União, a culpa pelo atraso na obra do Metrô é do Governo Estadual, por sua inadimplência. Deveria o governador, ele próprio, dizer em que mês a ampliação será inaugurada e se não existe mais pendência, para que se pudesse acreditar na conclusão. Alberto Silva já fez dois anúncios perdidos.

Qualquer ajudante de Pedreiro sabe que uma estação de trem não dá para ser construída em três meses, quando não existe, até o momento, um risco de giz no chão. Obra mais complexa, o Shopping dos Camelôs, de responsabilidade da Prefeitura, está quase pronta.

O projeto inicial da obra do Metrô visava uma integração com o Shopping dos Camelôs, mas, dificilmente, os chamados ambulantes verão seus clientes chegando de trem no mês de julho, a menos que ocorra um milagre. 



Escrito por Cazé às 11h33
[] [envie esta mensagem
]





Quebra de silêncio (2)

O governo do PT finalmente resolveu se manifestar sobre o MST. Diz que não há nenhuma ilegalidade no repasse de verbas para as entidades ligadas ao Movimento.

Pergunta-se então: e quanto ao repasse de parte dessas verbas, das entidades ligadas ao MST, para o próprio Movimento, quem pode acender uma luz?

Para as autoridades do Judiciário, o MST não tem sequer o CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica). Os defensores do Movimento poderão dizer que o bando de Lampião também não tinha o CNPJ.

Se as entidades ligadas ao MST são legais, se os repasses feitos a elas pelo governo federal também são legais, falta apenas um comprovante de legalidade, pelo menos um, sobre a transferência de dinheiro de tais entidades para o MST. 



Escrito por Cazé às 11h27
[] [envie esta mensagem
]





 Denuncismo

Aos poucos, muito do que foi denunciado na audiência pública do CNJ com o Tribunal de Justiça começa a ser desmentido. Mas uma dessas denúncias está calando ou, pelo menos, recebendo desculpas esfarrapadas.

Trata-se da questão levantada pelo SINTE. O Blog procurou saber e encontrou: um advogado foi contratado para prestar serviços por dois anos ao SINTE, de quem deveria receber 15 por cento do valor da diferença, quando ela fosse paga  aos professores.

Posteriormente, outros advogados teriam entrado no “negócio”, quando ocorreu uma quebra de cláusula contratual fraudulenta. O presidente do TJ, à época, teria atendido ao pleito: descontar 15 por cento de todos os professores, filiados ou não ao Sindicato, em favor dos advogados.

Essa decisão inusitada obrigaria cada professor a descontar 15 por cento em seus contracheques. O golpe não se concretizou porque houve recurso, aqui e no Supremo. Se não deu certo até agora, mais difícil será daqui para frente.

Os tais advogados deveriam receber honorários pelos valores de precatórios que até hoje não foram pagos. Mas queriam sugar o minguado salário dos professores, durante 22 meses.



Escrito por Cazé às 11h25
[] [envie esta mensagem
]





Adroaldino e a Amazônia

Surpreendendo a redação do Blog, Adroaldino se apresentou, na manhã desta sexta-feira, fantasiado de moto-serra, embora usando uma máscara pica-pau. Disse que estava fazendo o seu carnaval fora de época e aproveitou para criticar o deputado Alberto Silva (PMDB), defensor da substituição das árvores de baixo valor comercial da Amazônia por mudas de Mogno.

Explicando o sentido de sua fantasia, Adroaldino disse que a moto-serra representava a agressão do homem contra a selva e o pica-pau o seu predador natural. Disse também que Alberto Silva não entende de botânica, mas tão somente de engenharia elétrica. O visitante acusa o deputado piauiense de querer discutir a Amazônia pelo lado econômico, quando o mundo inteiro a discute do ponto de vista ecológico.

Segundo Adroaldino, um pé de mogno não é mais importante para a selva amazônica que um pé de “Mufumbo”. Sobre os helicópteros que seriam utilizados para a retirada da madeira de baixo valor comercial assim se manifestou Adroaldino: “tornaria a lenha das termoelétricas mais cara que o óleo díesel.Para Adroaldino, retirar a madeira de baixo valor comercial do seio da floresta amazônica causaria enorme prejuízo ecológico.É que a natureza não selecionou em blocos as árvores de maior valor das de menor valor. Todas elas têm o mesmo valor para o equilíbrio ecológico. A opção de Alberto Silva pelo mogno é preconceituosa, ou então atende a interesses da indústria moveleira.

Adroaldino concluiu suas observações sobre a entrevista que Alberto concedeu à TV Câmara sugerindo que ele, ao invés de abrir um buraco na selva amazônica, para a penetração benéfica do sol sobre as mudas de Mogno, faça o seu experimento em um descampado qualquer das áreas de desertificação de Gilbués, aqui mesmo no Piauí, Estado que ele transformou em cobaia de suas invenções.



Escrito por Cazé às 11h13
[] [envie esta mensagem
]





Lavagem de roupa suja

no Poder Judiciário

 

O primeiro dia de atuação da comissão do Conselho Nacional de Justiça que veio ao Piauí para uma inspeção no Tribunal de Justiça local produziu resultados positivos. O nível das denúncias, durante audiência pública, foi elevado, embora tivesse vindo à tona até um caso de concubina que teria levado vantagem numa ação de pensão alimentícia por conta de relacionamento amoroso com o próprio juiz.

 

Todas as vezes que autoridades do judiciário foram questionadas o bordão popular sempre foi o mesmo: “não vai dar em nada”. Dessa vez a coisa parece irreversível. A inspeção passa a ser permanente e os casos denunciados colocariam o próprio CNJ em maus lençóis, caso não viessem a receber a devida atenção.

 

A denúncia mais contundente foi, sem dúvida, a apresentada pela presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação, Odeni Silva, que acusou diretamente os desembargadores João Batista Machado (aposentado) e Luiz Gonzaga Brandão de Carvalho. Ela disse que o advogado Marcus Vinícius Furtado Coelho é beneficiado em decisões do Tribunal.

Segundo Odeni, o advogado Luciano Paes Landim cobra irregularmente uma dívida de R$ 20 milhões ao Sindicato, em valores descontados na ordem de 15% nos contracheques de 35 mil servidores, ao longo de 12 meses e sem autorização dos mesmos. Os desembargadores teriam facilitado o trâmite da ação para os advogados em desfavor do sindicato da categoria.

 

O advogado Marcus Vinícius Furtado se defendeu das críticas de Odeni. Segundo ele, a presidente do Sinte-PI estaria se aproveitando da presença do CNJ para fazer sua campanha, já com vistas à própria eleição no sindicato. Os outros colegas citados pela denunciante vão apresentar queixa-crime contra ela, por acusação de insinuação maldosa, disse Vinícius.

 

Da parte dos juízes e desembargadores a carga foi pesada em cima do Executivo. Foi a velha estória da falta de recursos. Mas os executores da lei sabem que esse argumento não justifica o não julgamento dos processos em tempo hábil. Qualquer julgador sabe que um cidadão não consegue emplacar o carro de graça e nem rodar com placa vencida, mesmo que tenha perdido o emprego.

 

A própria Lei da Magistratura tem dispositivo que exige que cada juiz apresente uma pauta de julgamento rigorosamente cumprida, quando ele vai pedir para gozar férias ou outro benefício qualquer da própria carreira. As coisas nunca andaram a contento no Judiciário por falta de controle externo. Ninguém fiscaliza a si próprio.



Escrito por Cazé às 19h51
[] [envie esta mensagem
]





 

Alberto e a Amazônia

Em entrevista à TV Câmara, no programa Palavra Aberta, o deputado federal Alberto Silva (PMDB - PI) propôs a criação de uma nova floresta amazônica. Defendeu a derrubada das árvores de baixo valor comercial e sua utilização como lenha em usinas termoelétricas, plantando-se no lugar delas árvores nobres como mogno.

Em sua fértil imaginação o deputado tenta dar uma aula de botânica, afirmando que a retirada das árvores sem valor comercial abriria um buraco na selva, permitindo a penetração do sol e o crescimento salutar das mudas de mogno. O apresentador ainda questionou o projeto do deputado, mas ele encontrou resposta para todas as questões levantadas.

A questão mais intrigante para o repórter da TV Câmara foi a forma como seria retirada a madeira da selva amazônica para as usinas: o entrevistado, de pronto, afirmou que seriam utilizados os helicópteros que a Polícia Federal mantém na região no patrulhamento da selva.

O que mais impressiona no deputado Alberto Silva é a sua persistência em apontar soluções simples para problemas complicados, mesmo diante do insucesso em mais de uma dezena de projetos por ele concebidos. Só a título de colaboração, o Blob relaciona alguns dos que não obtiveram êxito:

01 - Navegação fluvial no rio Parnaíba com graneleiros de grande tonelagem.

02 - Estação rodoviária pré-moldada em Teresina

03 - Hortas suspensas sobre as residências, a fim de acabar com o calor em Teresina.

04 - Máquina manual de arrancar tocos.

05 - Construção de casas com argamassa feita com água de mandioca, á prova do inseto barbeiro.

06 - Utilização da vermiculita como forma de retenção da água no pé da planta na região do semi-árido.

07 - Asfalto branco, para diminuir o calor e absorver menos a luz dos automóveis.



Escrito por Cazé às 16h10
[] [envie esta mensagem
]





Primeira enchente

 

No ano passado, o rio Parnaíba sofreu duas enchentes, já no mês de janeiro. Este ano, a primeira ameaça acontece agora. Isso significa um inverno fraco, embora se saiba que para a agricultura isso é bem melhor.

Pelo menos o atual volume de água do Parnaíba é causado pela força natural de seus afluentes. No ano passado foi provocado pela abertura das comportas da barragem de Boa Esperança.



Escrito por Cazé às 15h15
[] [envie esta mensagem
]





Arma branca

Os registros sobre pessoas feridas com arma branca, no HUT, e o apanhado das emissoras de TV sobre a violência no carnaval mostram claramente que o governo, ao lançar a campanha do desarmamento, se preocupou apenas com as armas de fogo.

A declaração (sob anonimato) de uma jovem que foi ferida por duas mulheres que utilizaram tesouras compromete a polícia. Após ser ferida ela teria apontado para as agressoras e os policiais presentes não deram nenhuma importância.



Escrito por Cazé às 15h13
[] [envie esta mensagem
]





Carnaval

A solução para a melhoria do carnaval em Teresina não pode ser a apontada pelo presidente da escola de samba Skindô, Jamil Said, que defende a criação de uma secretaria municipal do carnaval. Onde ficariam os outros eventos anuais? Haveria uma secretaria para cada um deles?

Antes de sugerir medidas milagrosas, o presidente da Skindô devia solicitar a criação de um grupo de trabalho para estudar as causas do declínio carnavalesco na capital. A rigor, todo mundo sabe que a principal causa é a interiorização da folia de Momo. E o que teria determinado essa interiorização?

São tantas as causas que um estudo mais sério gastaria um ano para identificá-las. O problema é de natureza sócio-econômica. Veja-se, por exemplo, o que ocorreu com os clubes sociais de Teresina. E as Prefeituras municipais, com a contratação de bandas e trios elétricos caríssimos?



Escrito por Cazé às 15h11
[] [envie esta mensagem
]





 

Incrível

O esquema montado pela assessoria do presidente Lula, para evitar que ele sofresse vaia na Avenida Marquês de Sapucaí, durante o desfile carnavalesco, foi incompatível com o resultado da última pesquisa que apontou 90% de aceitação popular do presidente.

De duas uma: ou as pesquisas são mentirosas ou a assessoria do presidente está com excesso de zelo. Esse tipo de blindagem é mais apropriado para governantes ditatoriais. Em suma: ela é incompatível também com qualquer populismo que se preze.

O Blog aqui sugere uma saída prática e barata para a assessoria presidencial: quando o atual deputado federal Alberto Silva era governador do Piauí, no age do seu atraso no pagamento do funcionalismo, uma multidão de cinco mil pessoas aplicou-lhe uma vaia de dois minutos.

O que fizera Alberto Silva? Ergueu a mão direita na direção da bandeira do Piauí, que estava hasteada, proferindo esta frase: “não façam isso. É falta de patriotismo vaiar a bandeira do Estado”. 



Escrito por Cazé às 15h08
[] [envie esta mensagem
]





A mais nova

Adroaldino adentrou a redação do Blog, todo lambuzado de chocolate. Indagado sobre o motivo de tão estranha fantasia ele respondeu: é que uma pesquisa recente descobriu que a maioria das mulheres prefere comer chocolate a praticar sexo. 



Escrito por Cazé às 12h00
[] [envie esta mensagem
]





O trabalho cansa

O Blog aqui sugeriu aos institutos de pesquisa que perguntassem aos jovens: o que você prefere, ganhar um salário mínimo por mês, trabalhando, ou R$ 100 reais sem fazer nada?

A resposta veio de outra fonte: Josias de Souza está publicando o resultado de um programa oficial do governo Lula de capacitação de pessoas cadastradas no programa, e o resultado foi cinco por cento de procura.

De acordo com Josias de Souza, o próprio governo acha que as pessoas receiam que, matriculando-se nos cursos profissionalizantes, perderão o capilé do Bolsa Família.



Escrito por Cazé às 11h58
[] [envie esta mensagem
]





 

Átila Lira: origem e trajetória

(Por Edilton Lustosa)

Quem é Átila Lira para criticar o Democratas? Ele Foi soldado da Ditadura e beneficiário direto do sistema. Procure saber quem o apoia e verá que ele tem origem em partidos de "direita" ligados à Ditadura. Átila iniciou sua vida pública como Secretário do Trabalho e Ação Social do Estado do Piauí, de 1977 a 1979, nos Governos arenistas de Dirceu Arcoverde e Djalma Veloso

Foi Presidente do IAMH, de 1979 a 1982, Secretário do Trabalho, de 1982 a 1983, no Governo de Lucídio Portella, homem forte da Revolução de 1964 no Estado do Piauí, e de Educação, de 1983 a 1991, no primeiro Governo do Doutor Hugo Napoleão, e de 1991 a 1994, na gestão de Freitas Neto.

Indicado candidato pelo PFL ao Governo do Estado do Piauí, em 1994,  perdeu a eleição para o Doutor Mão Santa. Como recompensa, o PFL do então Ministro Hugo Napoleão o indicou para o cargo de Secretário de Ensino Médio e Tecnológico do Ministério da Educação, em 1995.

Átila foi eleito Deputado Federal pelo Partido da Frente Liberal – PFL,  com o número 2525, ou seja, PFL duas vezes, pois 25 era o número do PFL e hoje do Democratas. Em seguida, com a derrota de Hugo Napoleão para Mão Santa, ele  se mudou para o PSDB, partido da base do Governo de então, cuspindo assim no prato que comeu.

Hugo Napoleão Volta ao poder e, em 2002, Átila articulou uma aliança do seu partido à época, o PSDB, se elegendo com o número 4525, ou seja, “psdbista” e “pefelista”, jurando amores ao PFL e seus filiados. A coligação apoiada por Átila perdeu a eleição, ficando o PSDB  na oposição. Mais uma vez ele mudou de lado, indo à procura de sombras nas asas do Governo. Juntou os seus trapo e foi para o PSB, Partido da base aliada do atual Governo.

Átila Lira foi um privilegiado no Partido que deu origem ao Democratas. Além de ter sido candidato ao Governo pelo PFL, em 1994, candidatou-se a Prefeito pelo pela mesma legenda em Teresina, por duas vezes, uma em 1985, perdendo para o Professor Wall Ferraz e outra 1988, perdendo desta vez para o hoje Senador da República, Heráclito Fortes.

Nota-se que o deputado  não vai direto para o Partido do Governo, não se sabe se por vergonha ou por estratégia. Outra curiosidade é que, nos últimos tempos, todos os candidatos ao governo apoiados por Átila Lira perderam as eleições. Vejamos: ele próprio, em 1994, Hugo Napoleão, em 1998 e em 2002 e Firmino Filho em 2006. Que se cuide o vice-governador Wilson Martins.

Rotular os Democratas de direita, de ligados à Ditadura, é discurso de “Maria vai com as outras”. Acho que, no afã de agradar aos “Napoleões” da Revolução dos Bichos, os W. Dias e Martins, o deputado Átila Lira se esquece de que o Democratas foi o responsável pelo retorno do País ao leito suave da Democracia.

O rompimento da Arena com o sistema de então, surgindo daí a Frente Liberal, viabilizou, dentro do Colégio Eleitoral, uma derrota ao referido regime e ao Sr. Paulo Malluf que, a exemplo do Deputado, é aliado do Sistema Atual. Abaixo a Revolução dos Bichos e Viva o povo Piauiense!

     * Edilton Lustosa é secretário executivo do Democratas



Escrito por Cazé às 11h19
[] [envie esta mensagem
]



 
  [ Ver arquivos anteriores ]