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Blog do Cazé - E-mail: czerosa@yahoo.com.br
 


Humor negro 

 

 

Surge, no Estado do Maranhão, uma curiosa versão humorística sobre a morte do cantor americano Michael Jakcson, que teria sido vítima de um erro na tenda do vidente mais famoso do Estado, Bita de Barão, na cidade de Codó. A coisa é contada mais ou menos assim:

 

O senador José Sarney teria deixado um recado para Bita lhe retornar uma ligação telefônica, pois teria um importante trabalho para ele realizar. Mais que depressa, o vidente corre ao telefone.

 

- Pronto, senador. O senhor quer que eu mate quem?

- Mate o Jackson.

 

Naquele momento o vidente não teria se lembrado do episódio da cassação do grande adversário de Sarney. Direcionou então seus “despachos” para o rei do Pop.



Escrito por Cazé às 21h33
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Celso Barros lança mais

um livro em sua carreira

 

A cidade de Pastos Bons – MA viveu uma noite de agitação cultural, ontem, (24), com o lançamento do livro Tempo e Memória, a mais nova obra do advogado Celso Barros Coelho, filho da terra e presidente da Academia de Letras, História e Ecologia de Pastos Bons, em cuja sede ocorreu a noite de autógrafos.

 

Prestigiaram o evento intelectuais de Teresina, de São Luís e de Imperatriz. Juntamente com o livro foi lançada a 22ª edição do jornal Pastos Bons, do qual foram extraídas as 22 crônicas que compõem a publicação, impressa na Gráfica e Editoras Ética, de Imperatriz. O livro de Celso Barros tem 163 páginas, com prefácio do Professor João Renôr Ferreira de Carvalho, que coordenou a editoração.

 

De Teresina viajaram com Celso Barros o signatário do Blog, o jornalista e escritor Herculano Moraes, secretário da Academia e o procuradores de Justiça Celso Barros Neto, este acompanhado do pai, Orestes, este também procurador, aposentado. De São Luís marcaram presenças a acadêmica Maria Teixeira, em companhia do esposo, Theoplístes Teixeira e Cristóvam Teixeira.

 

De Imperatriz estiveram presentes os intelectuais Leonildo Alves e Edmilson Sanches, este último natural de Caxias e atual vereador em Imperatriz. O lançamento de Tempo e Memória foi marcado por vários pronunciamentos, com as presenças do prefeito Enoque Mota e do ex-prefeito Antônio Elizabeth.



Escrito por Cazé às 21h15
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Teresina não se preparou

para chuvas fora de época

 

Teresina não esperava pela chuva que começou a cair na manhã desta quinta-feira (23), estendendo-se pela tarde. O centro da  cidade ficou praticamente alagado, aumentando os transtornos criados com as recentes mudanças de vendedores ambulantes e interdição de ruas e praças para reforma.

 

A meteorologia local não prevê nada com precisão e a nacional apenas informou que deveria chover no litoral do Nordeste. Atingida por fortes enchentes, ainda com centenas de famílias em abrigos e dependendo de cestas básicas, Teresina vive um dos momentos mais difíceis de sua história, com o agravante de ter havido estremecimentos na parceria administrativa Estado/Município, tudo por conta da antecipação do debate eleitoral.

 

Os meios de comunicação são utilizados basicamente para a discussão de questões políticas. Faz quatro semanas que autoridades do governo estadual e membros da oposição trocam insultos em torno de um escândalo surgido na Emgerpi, um órgão que centraliza praticamente todas as obras do governo estadual, mas que está mergulhado em profunda crise.

 

A falta de recursos e de obras dos governos federal e estadual na capital tem agravado a crise do desemprego em Teresina. Por outro lado, a população enfrenta dificuldades com seus  problemas de saúde, muitos deles próprios das mudanças climáticas. No interior do Estado há também municípios que ainda não solucionaram os problemas causados pelas últimas enchentes. Cocal, onde uma barragem arrombou, matando nove pessoas, o drama é mais crucial.

 

Poucas vezes o Estado do Piauí viveu quadro semelhante. O povo, na sua imensa capacidade para enfrentar adversidades, vai acumulando dores que não são atenuadas, perdendo esperanças e ainda tendo que enfrentar a ameaça externa da tal gripe suína, que mata em curto espaço de tempo. Some-se a tudo isso o problema da segurança pública, que a cada dia se torna mais caótica.



Escrito por Cazé às 12h46
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Biografia ou folha corrida? 

 

Primeiro ele defendeu que o presidente do Senado, José Sarney, fosse tratado como uma pessoa especial. Sofreu críticas da grande mídia por isso. A Revista Veja chegou a publicar uma enquête em que quase100% dos ouvidos acharam que ele feriu a Constituição Federal. Trata-se do presidente Luís Inácio Lula da Silva.

 

Por último, o presidente pediu que as biografias dos investigados fossem vistas com cuidado. Ainda alfinetou a imprensa, achando que as pessoas são condenadas por antecipação, dependendo do peso das manchetes.

 

Em uma coisa o presidente devia estar mais atento: há pessoas desonestas com riquíssimas biografias, enquanto muitos honestos não possuem praticamente biografias. Não seria o caso de substituir biografia por folha corrida?



Escrito por Cazé às 20h57
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Raciocinar sobre hipóteses, jamais.

Prever o futuro e insinuar, sempre.

 

O deputado estadual Cícero Magalhães (PT) não aceitou raciocinar sobre hipótese, durante apertada sabatina com as jornalistas Cinthia Lages e Elizabeth Sá, no “Agora” da TV Meio Norte, no início da tarde de hoje (22). Ele insistiu no ensinamento jurídico de que todos são inocentes, até prova em contrário.

 

Cícero Magalhães seguiu o ensinamento, não só em relação à ex-presidente da Engerpi, Lucile Moura, mas também em relação aos dois homens que foram presos rondando a casa do ex-funcionário Jaylles Fenelon, autor de várias denúncias contra Lucile Moura. Não quis fazer julgamento sobre o chefe da segurança da Engerpi, Marcos Aurélio, delatado pelos dois “arapongas” como seu contratante.

 

Houve apenas um momento em que o deputado Cícero Magalhães desprezou o ensinamento da presunção de inocência. Foi quando anteviu a intensificação das denúncias da oposição, à medida que for se aproximando o próximo pleito eleitoral. A participação do deputado no programa estava terminando, e por isso sua previsão não foi questionada.

 

O programa da TV Meio Norte não foi o único meio de comunicação usado por membros do PT para se contradizerem em relação ao raciocínio sobre hipóteses. Dois dias antes de a Polícia Federal prender e ouvir os dois homens que rondavam o apartamento de Jaylles Fenelon, o deputado João de Deus insinuara que poderia ser a oposição forjando um atentado, para depois tentar incriminar o Governo.

 

Na tribuna da Assembléia e em amplos espaços na mídia, o presidente do PT, deputado Fábio Novo, fez as mesmas insinuações. Houve um momento em que o deputado Roncalli Paulo (PSDB) foi acusado de ter dado cobertura a Jaylles, no dia do seu depoimento na CCJ. Rebatendo à insinuação, feita pelo deputado João de Deus, Roncalli foi irônico: “eu apenas fui buscar e levar o jovem em casa, do mesmo jeito que vossa excelência apoiou os camelôs que quiseram invadir a Prefeitura”.

 

No seio da oposição, o entendimento é de que o período pré-eleitoral é realmente propício para a intensificação de denúncias, pois é nesse período que se abrem as “comportas” das benesses governamentais com fins eleitoreiros. É nessa linha de raciocínio que a oposição pretende rebater a “tropa de choque” do governo no retorno às atividades da Assembléia Legislativa.



Escrito por Cazé às 20h37
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Velhos amigos

O jornalista e advogado Carlos Augusto Medeiros não é mais rival do ex-prefeito de Esperantina, Felipe Santolia. Ao contrário, os dois são vistos com freqüência, andando juntos. A mudança no relacionamento de Medeiros e Santolia foi determinada pela eleição do novo prefeito de Esperantina, Chico Antônio, e pelo desfecho na crise que envolve a Engerpi e o ex-prefeito.

Em contato com o Blog, Carlos Medeiros informou que sua próxima ida a Esperantina será em companhia de Santolia. Os dois deverão entrar na cidade em carro aberto (jeep sem capota), com cobertura jornalística. Os dois são comunicadores. Santolia mantém um Blog na Internet, enquanto Medeiros está sem veículo.



Escrito por Cazé às 12h32
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Férias ou demissão?

Muita gente pode não saber, mas a verdade é que gestores de órgãos públicos afastados dificilmente retornam. Alguns permanecem no governo, ocupando outras pastas. No caso da Engerpi se falou inicialmente em férias da sua diretora presidente, Lucile Moura, quando, na verdade, o pedido de afastamento já se encontrava com o governador Wellington Dias, um dia antes.

Mas não é apenas no setor público que férias é sinônimo de demissão. Na comunicação há também aqueles casos em que editorialistas, repórteres, colunistas, apresentadores de rádio e TV são induzidos a gozar férias, para que em seus lugares sejam colocados profissionais mais alinhados com o governo. Em Teresina, onde a maioria dos veículos de comunicação recebe cotas fixas do Governo, comunicadores são demitidos a pedido do Karnak. Quem negaria um pedido do seu provedor?

Essa prática é antiga e tudo indica que está em uso também na gestão petista, que não inovou nada na forma de subvencionar os veículos de comunicação. Como diria aquele personagem da TV (tô pagando...), o Governo se sente no direito de pedir a substituição daqueles que o incomodam. No grupo Meio Norte de Comunicação (TV MN) as ausências de Silas Freire e Carlos Augusto são sintomáticas nesse processo.

A melhor forma de se saber se um comunicador de férias (ou afastado?) pode retornar ao seu posto de trabalho é a linha do seu programa. A descontinuidade não se caracteriza pelas diferenças de estilo do novo apresentador, mas sim das novas pautas. Carlos Augusto e Silas Freire se afastaram do “Agora” no auge da crise na Engerpi, quando os debates, ao vivo, eram freqüentes. Com a ausência dos dois, os desfechos da crise no governo não tiveram a devida repercussão.



Escrito por Cazé às 12h31
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Cepisa: cortes e interrupções

A Cepisa exibiu o seu aparato técnico e humano para fazer cortes de energia nos domicílios em atrasos, uma operação precedida de ampla divulgação e que deverá atingir todo o Estado do Piauí. Enquanto isso, falta energia com freqüência em Teresina, sem que a empresa explique as razões.

No conjunto Saci faltou luz ontem à noite, tão logo iniciou um chuvisco com ventos. Nesses casos, a impressão que fica é de que o desligamento é feito para evitar que a chuva provoque curtos circuitos, causando prejuízos na rede, a mais sucateada em toda a história da Cepisa.

Desde que a Eletrobrás passou a gerir a Cepisa, nunca os moradores do Saci tiveram o prazer de assistir à troca de um transformador. O que se sabe é que quase todas as vezes que chove caem “canelas” em tais transformadores. A localização dos defeitos e a reposição das peças nunca são inferiores a duas horas.

É quase impossível se acreditar que todo chuvisco, com ou sem vento, possa trazer danos à rede da Cepisa. Se o desligamento estiver sendo feito por precaução, algum órgão precisa ser acionado para constatar oficialmente. O povo pode exagerar, mas não mente. Não é lícito uma empresa fazer economia causando prejuízo aos seus usuários.

Por menor que seja a duração de uma pane de energia numa capital como Teresina, os usuários merecem uma satisfação por parte da companhia. O Governo do Piauí tem se preocupado em afirmar que luta para evitar a privatização da Cepisa, mas se acomoda perante o governo federal com a atual situação.


Escrito por Cazé às 12h29
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Até que enfim

 

Finalmente saiu o afastamento da diretora-presidente da Engerpi, Lucile Moura, após muitas etapas, todas elas desgastantes para o governo Wellington Dias, embora o Palácio de Karnak e o PT como um todo achem que os fatos não chamuscaram a imagem do governador.

 

Resta saber se a “blindagem” colocada em Wellington Dias tem a mesma resistência da que protege o presidente Lula que, ao invés de perder popularidade, aumentou seus percentuais de aprovação, mesmo com escândalos do tipo mensalão e tantos outros.

 

De uma coisa a sociedade piauiense está convencida: poucas vezes uma denúncia foi tão rapidamente apurada no Estado do Piauí. Se o povo já confiava na Polícia Federal, esse episódio da Engerpi vai consolidar ainda mais essa confiança.

 

A transparência com que a apuração tem sido feita, com publicação de notas e informações prévias aos meios de comunicação, sugere que a base política do governo se exponha menos, deixando que tudo seja apurado sem os palpites que marcaram as duas audiências na Assembléia Legislativa.

 

Não se deve condenar o governo pelo seu espírito de corpo na defesa de um de seus membros, mas o recomendável, em casos assim, é a cautela, coisa que o próprio governador deveria ter pedido aos seus partidários e aliados, assim que as denúncias foram divulgadas.



Escrito por Cazé às 20h42
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"Eficiência"

 

A Companhia Energética do Piauí (Cepisa) colocou nas ruas de Teresina as suas equipes de corte de energia, após uma semana de avisos. Pretende obrigar os devedores a colocarem em dia os seus débitos, dando cumprimento a exigências da ANEL.

 

Enquanto isso, consumidores em dia com suas contas são prejudicados, quase que diariamente, por quedas no fornecimento de energia. Ainda que as interrupções não sejam por muito tempo, a empresa devia ao menos explicar as suas causas.

 

Mas a Cepisa segue a sua linha autoritária de gestão, agora com uma diretoria interventora da Eletrobrás. Nada do que foi anunciado pela nova gestão, há quase dois anos, a começar pelo Luz Para Todos, se concretizou até o momento.



Escrito por Cazé às 20h08
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Exigência descabida

 

Ao exigir que o deputado Xavier Neto (PR) apresente provas das denúncias que fizera na tribuna da Assembléia, na semana passada, de que quatro colegas ocupantes de secretarias estaduais estariam usando o tráfico de influência para atrair lideranças políticas em suas bases, o governador Wellington Dias pode ter dado mais munição a um quase dissidente.

 

Xavier Neto não é principiante em política e nem descobriu o “ovo de Colombo”. O seu discurso agradou a boa parte da base aliada e não recebeu contestação na bancada do PT. Ele fez um tipo de denúncia que outros aliados de governos já fizeram no passado, e não precisa se preocupar com provas. Se tiver que exibi-las será na forma testemunhal.

 

Queixumes de políticos junto ao chefe maior têm a mesma idade da política. Se o deputado preferiu a tribuna para fazer suas acusações, certamente é porque não acreditou que as levando pessoalmente ao governador seria ouvido. Desafiar um aliado político insatisfeito com setores do governo não é um bom caminho para nenhum governante.

 

O deputado Xavier Neto já deu demonstração de sua tolerância no governo. Ele nunca teve afinidade com a filosofia petista de governar e de fazer política e, no entanto, tem mostrado fidelidade, no plenário e nas comissões técnicas da Assembléia. É possível que, ao invés de sair à cata de provas, ele leve o seu discurso diretamente às bases, numa forma legítima de sobrevivência política.



Escrito por Cazé às 20h06
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Graça sem graça

 

Acostumada a se apresentar em Teresina, a dupla humorística Otília e Escolástica não se saiu bem no Theatro 4 de Setembro em sua mais recente temporada. Fez uma apresentação, no sábado, com público reduzido, deixando as pessoas que compraram ingresso para este domingo com a cara pra cima.

 

As portas do Theatro nem sequer foram abertas. Quem chegava não tinha qualquer informação sobre a restituição dos ingressos. Ainda bem que foram poucos os lesados (uma meia dúzia) de fãs. Uma senhora que vende comida na Praça Pedro II perdeu os seus produtos, além do precioso tempo.



Escrito por Cazé às 20h50
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