Alberto e a APL Com a morte do deputado federal Alberto Silva, abre-se uma vaga na Academia Piauiense de Letras. Após o sétimo dia será marcada a eleição. Mas já existe pelo menos um candidato em potencial, o professor Antônio Fonseca Neto, que já está cabalando votos. Fonseca Neto é graduado em Direito e História pela UFPI e mestre em Gestão Universitária. Foi reconduzido, pela comunidade universitária, à Diretoria do Centro de Ciências Humanas e Letras. Possui vários textos publicados em jornais de grande circulação local e uma coluna semanal no Jornal Diário do Povo. Lançou em janeiro/2006 o livro Memória das Passagens. É professor de História do Brasil Colônia e de História da América Portuguesa. Ainda sem confirmação, o ex-deputado e conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Jesualdo Cavalcanti, poderá participar da disputa. Ele é dono de invejável currículo e ultimamente tem manifestado interesse pela Academia. Ele é autor de várias publicações, entre elas Gurguéia – Espaço, Tempo e Sociedade, um livro de História que é também dicionário.
Escrito por Cazé às 16h40
[]
[envie esta mensagem]

Cai posse de suplentes O presidente da Câmara Municipal de Teresina, Renato Berger, está momentaneamente tranqüilo: a ministra do STF, Carmem Lúcia, a pedido do procurador geral da República, Roberto Gurgel, expediu liminar suspendendo as posses dos suplentes que a Câmara Federal mandou assumir. É alegada a inconstitucional o ato da Câmara que aumentou o número de vereadores no Brasil. Por conta disso, alguns suplentes já tinham assumido. Deverão desocupar as cadeiras, até o julgamento do mérito. Por enquanto, Renato Berger não precisará se preocupar com a despesa.
Escrito por Cazé às 16h37
[]
[envie esta mensagem]

Tudo para evitar um banho de sangue O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, reconhece que foi um erro a deportação de Manuel Zelaya, pois ele fora deposto sob ordem judicial. Devia ter respondido pelos seus erros em seu próprio país. Micheletti afirma em entrevista que só foi saber da deportação horas após sua saída do país. A justificativa para a deportação de Zelaya teria sido a possibilidade de ele promover um banho de sangue em Honduras. Pelo visto, esse Zelaya é mesmo um sanguinário, pois essa foi a mesma justificativa do Brasil, segundo Celso Amorim, para abrigá-lo em sua embaixada em Honduras.
Escrito por Cazé às 16h35
[]
[envie esta mensagem]

Olimpíadas Surge finalmente um fato para tirar das manchetes dos jornais em todo o mundo o presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya: a vitória do Brasil nas Olimpíadas de 1016. O Rio de Janeiro será sede do evento. Compensação melhor não poderia haver para o presidente Lula, que estreara muito mal em matéria de intromissão indevida em questão interna de outro país, ao emprestar a embaixada brasileira em Honduras para Zelaya se hospedar com sua laia. Reinaldo Azevedo, em seu blog na Veja On-line, sustenta que o discurso da mulher de Obama concorreu para a derrota dos Estados Unidos, enquanto o não discurso da mulher de Lula concorreu para a vitória do Brasil. Azevedo credita também ao ministro das relações exteriores, Celso Amorim, parte da vitória do Brasil nas olimpíadas de 2016. Ele esteve ausente. Eis o que escreveu Reinaldo Azevedo sobre Celso Amorim: “Por que o Rio venceu? Porque o Megalonanico ficou longe da parada. Celso Amorim não participou nem da corrida pela Copa do Mundo nem da corrida pelas Olimpíadas. O país perdeu todas as disputas internacionais de que ele cuidou. Na área dos esportes, ele não se meteu. E aí a coisa andou”.
Escrito por Cazé às 21h15
[]
[envie esta mensagem]

Oposição não tem coragem de combater o Bolsa Família Dentro de uma visão desenvolvimentista, o Bolsa Família não seria motivo de regozijo para qualquer governo. Ele contempla pessoas que estavam abaixo da linha de pobreza, mas não as eleva a um padrão confortável de vida. Alcança atualmente mais de 50% da população do Piauí e só não é combatido porque a oposição teme a resposta negativa das urnas. Não chega a ser temerário comparar o Bolsa Família a uma esmola de governo, a não ser para quem pleiteia um mandato eletivo, pensando que sem o voto dos miseráveis é impossível alguém se eleger no Brasil. Não é bem assim: qualquer candidato que tenha penetração nas camadas mais independentes pode se eleger criticando o Bolsa Família. Na canção de Luis Gonzaga (uma esmola ao homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão) é possível encontrar o lado negativo do Bolsa Família. Envergonhado o beneficiário não está, pois ele forma fila nos caixas eletrônicos das casas lotéricas, embora mal vestidos e mal calçados. Viciado, sim. Muitos dos cadastrados no programa recusam trabalho que lhe renda mais que a ajuda governamental. O Bolsa Família está para o miserável como a pensão alimentícia está para o ex-cônjuge, via de regra a mulher. Mulher que recebe pensão do ex-marido não se arrisca a se casar novamente, com medo de perder o benefício. Muito raramente uma desquitada arranja um “partido” que lhe peça para mandar a pensão às favas, garantindo bancar os custos da convivência oficializada. O governo do PT espalha aos quatro cantos do estado que realiza tantas obras na construção civil, em Teresina, que já não há mais mão de obra não especializada (ajudante de pedreiro). Faça-se um levantamento para ver se há gente do Bolsa Família trabalhando nessas obras, e o resultado será desfavorável ao governo. O raciocínio de quem se cadastrou no Bolsa Família é de que é preferível ganhar pouco sem trabalhar a aumentar a renda e perder a “esmola”.
Escrito por Cazé às 20h46
[]
[envie esta mensagem]

Brasileiros em Honduras não aplaudem Zelaya A comissão de parlamentares brasileiros que foi a Honduras não encontrou patrícios solidários ao presidente deposto Manuel Zelaya. Segundo o Blog do Josias de Souza, na folha on-line, um grupo de quinze pessoas se manifestou contrário ao ex-presidente. Desconfiados, os membros da missão parlamentar ouviram os jornalistas brasileiros em Tegucigalpa. A repulsa a Zelaya foi a mesma. Dos membros da Suprema Corte os parlamentares ouviram forte descontentamento com a posição do Brasil. Do chefe dos Direitos Humanos, a mesma coisa. Mas é provável que a missão parlamentar brasileira deixe de se orientar pelo que sentiu e passe a fazer coro com o que tem ouvido do presidente Lula e do seu ministro de relações exteriores. Tem sido assim o comportamento dos parlamentares brasileiros, de completo alinhamento com o executivo.
Escrito por Cazé às 20h41
[]
[envie esta mensagem]

Ele devia estar certo Quando o governador Wellington Dias afirmou que a doença do deputado federal Alberto Silva teria contribuído para o atraso nas obras de ampliação do metrô de Teresina o Blog aqui estranhou, achando que tal afirmação não tinha sentido, pois o representante piauiense na Câmara não era operário na construção, mas tão somente seu idealizador. Numa análise mais detida, chegou-se à conclusão de que o governador estava certo: sendo o metrô uma obra que não constava do planejamento petista, mas sugerida por Alberto e aceita sob aquele velho refrão da “governabilidade”, nada mais natural do que a sua lentidão na ausência do pai da “cria”. Estando com saúde, Alberto Silva não teria deixado o “marasmo” tomar conta do metrô. Mesmo que ele não pudesse ser inaugurado junto com o Shopping dos Camelôs, como de fato não o foi, ainda assim o deputado estaria aqui, toda semana, pressionando o governo para concluir os trabalhos. É possível até que a existência de Alberto Silva estivesse retardando a decisão do TCU, de embrgar do Metrô, por uma questão de consideração.
Escrito por Cazé às 09h53
[]
[envie esta mensagem]

TCU e o governo do PT O bicho-papão do PT agora não é mais a elite, nem a direita. É o Tribunal de Contas da União – TCU. Em nível nacional, um ministro reage à recomendação para que sejam paralisadas várias obras do PAC, perguntando o que seriam indícios. Todas as matérias veiculadas esta semana dizem que o TCU encontrou indícios de irregularidades nas citadas obras. Até mesmo o tímido estado do Piauí reagiu às recomendações do TCU. Na Assembléia Legislativa o deputado João de Deus (PT) afirmou que o TCU atua em favor dos estados ricos do sul do país. Seria composto de ministros nomeados em governos passados. Como os integrantes do Supremo Tribunal Federal boa parte dos ministros foi indicada pelo atual governo, o PT não terá o que dizer de decisões que venham a ser contrárias aos interesses do governo. De qualquer maneira, o questionamento ajudará na solução do problema. O presidente Lula estava muito absorvido com questões internacionais, quebrando cabeça com a crise em Honduras, mas agora terá que voltar suas vistas para as suas obras, que são muitas mas não andam. E o pior é que o tempo urge, com o ano eleitoral se aproximando. Chegará o momento em que será preciso trabalhar. Conversa não leva panela ao fogo.
Escrito por Cazé às 21h19
[]
[envie esta mensagem]

Justificativa (I) 
Nas entrelinhas de uma entrevista à TVC Meio Norte, o governador Wellington Dias afirmou que o atraso nas obras de ampliação do metrô decorreu, em parte, da doença do deputado federal Alberto Silva. O corpo do deputado ainda estava sobre a terra, em Parnaíba. A afirmação do governador soou como se Alberto tivesse trabalhado na construtora que faz a obra, como engenheiro ou como operário. Seria justificável adiar a inauguração, se a obra estivesse pronta, para que o seu idealizador, após melhorar, dela pudesse participar. Mas não foi preciso que o senador Mão Santa ou o deputado Tererê viesse a público, mais uma vez, chamar o governador de mentiroso. Em menos de 24 horas o noticiário da grande mídia expôs o verdadeiro motivo do atraso na conclusão da ampliação do metrô de Teresina: indícios de irregularidades, conforme denuncia do TCU. O mesmo noticiário sobre as obras paralisadas no Brasil aponta uma cujo empecilho teria sido a existência de uma rara espécie de rãs em período de reprodução. Seria o caso de o governador, na próxima justificativa sobre o atraso na construção, arranjasse um “rola-bosta” qualquer como culpado. É o que não falta naquela beira de rio, empurrando porções de fezes humanas.
Escrito por Cazé às 10h13
[]
[envie esta mensagem]

Justificativa (II) Perante uma comissão do Senado Federal, o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, justificou o abrigo ao ex-presidente de Honduras, Manuel Zelaya, na sede da embaixada brasileira: ele poderia ter sido morto ou ter subido numa montanha para liderar uma guerra civil. Resta saber quando foi que Amorim chegou a essa conclusão de que Zelaya seria esse tipo de líder revolucionário, e como então ele teve a coragem de colocá-lo na sede de uma embaixada sem estrutura adequada. De quebra, o ministro disse que não há mais o que fazer. Há, sim, calar a boca.
Escrito por Cazé às 10h10
[]
[envie esta mensagem]

Hipótese sobre hipótese O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim, justificou, durante audiência pública no Congresso, o apoio do governo Lula ao presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya. Para ele, se o presidente deposto não tivesse sido aceito na embaixada poderia ter sido preso, ter sido morto ou ter subido numa colina para comandar uma guerra civil. Resta saber se o ministro chegou a essa conclusão sobre Zelaya depois do que ele aprontou na embaixada, exortando o povo à insurreição, ou se já sabia antes do seu temperamento. Achar que o procedimento do Brasil facilitou o entendimento em Honduras não faz sentido. Facilitação para o entendimento teria sido possível se Zelaya tivesse sido asilado aqui. O que diria o ministro Celso Amorim, se o presidente interino de Honduras viesse a público para dizer que cercou a embaixada do Brasil para evitar que os adversários de Zelaya fossem lá tomar satisfação com ele? E se o presidente Interino dissesse também que baixou o toque de recolher para evitar saques ao comércio? É o ministro Celso Amorim quem está pintando essa imagem tão assustadora de Manuel Zelaya. Vale salientar que se Celso Amorim chegou a tais conclusões sobre Zelaya, em tão pouco tempo, o presidente Interino de Honduras, que com ele conviveu em um mesmo partido, sabe muito mais coisas. Mas foi bom o ministro dizer o que pensa da crise em Honduras. O seu pensamento ajudará o mundo a ficar mais atento apara o que poderá vir pela frente.
Escrito por Cazé às 20h45
[]
[envie esta mensagem]

Corpo de Alberto segue para Parnaíba, sua terra 
Arranjos florais em forma de homenagem de entidades públicas e privadas. Corpo no salão nobre da AL. O corpo do deputado Alberto Silva deixou Teresina às nove horas desta terça-feira (29), rumo a Parnaíba, sua terra natal. Durante toda a noite de ontem continuaram chegando visitas ao caixão. O ex-deputado Tomaz Teixeira fez uma retrospectiva sobre a carreira política de Alberto, em pronunciamento no salão nobre da Assembléia. A visita do senador Mão Santa aconteceu às 23 horas. Ele estava acompanhado de sua mulher, Adalgisa, e de assessores. O Blog quis saber se ele chegou a pensar em assumir o comando do PMDB, na condição de primeiro vice-presidente, e se, uma vez empossado, teria condição de consolidar sua indicação para concorrer à reeleição. Ele disse que não. Segundo Mão Santa, a sua condição de médico lhe permitira antever o desfecho no tratamento do correligionário, mas isso não o animou a retardar sua saída do PMDB, pois as lideranças estaduais já haviam decidido negar-lhe apoio na convenção, durante as ausências de Alberto no comando partidário. Chegou mesmo a comparar sua situação com aquela vivida pelo ex-presidente Itamar Franco. Mão Santa disse estar consciente de que só levará para o seu novo partido os eleitores, que estima em 1 milhão (milhão de amigos). “Os deputados não podem me acompanhar, pois perderiam o mandato” - ressaltou. Bastante assediado por populares, o senador distribui cartões de apresentação. Aos mais próximos ele promete mandar um CD com a música de Roberto Carlos que trata do milhão de amigos.
Escrito por Cazé às 11h05
[]
[envie esta mensagem]

Improviso não resolve questão de estado A prática tem ensinado que a grande maioria das usurpações, seja de poder ou de objetos materiais, só se resolve sob o império da lei ou na “marra”. Quando uma criança toma o brinquedo do colega, ela só o devolve sob a voz forte do pai ou mesmo sob castigo físico. A utopia petista não deixou o presidente Lula raciocinar de forma prática no caso de Honduras. Ele achou que dando abrigo ao presidente deposto, Manuel Zelaya, solucionaria o problema, de forma pacifica. O presidente Interino devolveria o cargo, sem mais nem menos. Os fatos estão a demonstrar o contrário, e o Brasil começa a perder credibilidade internacional. Os Estados Unidos entendem que a volta de Zelaya foi irresponsável. Caso haja ainda uma chance de solução negociada, os louros não serão do Brasil, que perdeu a sua condição de mediador, depois que tomou partido. Não existe solução doméstica para casos como o de Honduras. “Acordo de boca”, como o que o presidente Lula disse ter feito com Zelaya, para que ele se comportasse como cordeiro na embaixada, não surte efeito. Improviso não funciona em questões de Estado. O presidente interino de Honduras pode não ter razão, mas está agindo como um veterano. O Brasil, que já saiu da graça do governo interino de Honduras, corre o risco de passar por Pilatos, caso não resolva a sorte de Manuel Zelaya. Ainda há tempo. Como bom conselheiro, o presidente Lula poderia convencer o presidente deposto a pedir asilo no Brasil. Pior que ter uma batata quente na mão é não poder soprá-la. É isso que o Brasil não está podendo fazer com Zelaya.
Escrito por Cazé às 21h36
[]
[envie esta mensagem]

Dupla orfandade em ala do PMDB O corpo do senador Alberto Silva ainda não tinha chegado à Assembléia Legislativa para ser velado, e já circulavam informações dando conta de que a ala do PMDB mais distante do governo no Piauí, liderada até bem pouco pelo senador Mão Santa, estaria insatisfeita com a saída deste para outro partido. Alberto Silva faleceu em Brasília, aos 90 anos de idade, e seu corpo chegou a Teresina no início da noite de hoje (28), onde está sendo velado. Mão Santa, primeiro vice-presidente do PMDB, tinha tempo para tomar sua decisão de deixar a sigla, mas se não tivesse se precipitado assumiria o comando da agremiação. “Essas decisões só se toma de última hora”, disse o ex-deputado Tomaz Teixeira, fiel escudeiro de Alberto Silva e amigo de Mão Santa. O que motivou o senador Mão Santa a deixar o PMDB, segundo ele, foi a incerteza de que o partido aprovaria o seu nome para o Senado no próximo pleito. Assumindo a presidência do partido, nenhum filiado ousaria barrar a sua pretensão. Com a morte de Alberto, o deputado Marcelo Castro é o sucessor natural, como segundo vice. Os adeptos de Alberto Silva já não contavam com ele para tomar decisões enérgicas à frente do partido, devido ao seu longo tratamento. Também não acreditam que Marcelo Castro faça nada que possa contrariar o Palácio de Karnak. Nessas circunstâncias, há uma dupla orfandade entre os membros rebeldes do PMDB no Piauí, uma pela morte de Alberto e outra pela saída de Mão Santa do partido.
Escrito por Cazé às 21h05
[]
[envie esta mensagem]

Prefeito do Piauí será acareado em CPI da pedofilia esta seman Volta à cena o caso de Sebastião Barros-PI, onde o prefeito Geraldo Eustáquio é acusado de pedofilia. Ele deverá ser acareado na CPI da Pedofilia, nesta quarta-feira, em Brasília. O prefeito teria praticado ato libidinoso e atentado violento ao pudor contra a filha de oito anos do presidente da Câmara de Corrente, cidade vizinha a Sebastião Barros. A notícia é destaque no Estado de São Paulo (estadão.com.br), com o agravante de ser a menina molestada portadora de leucemia, estando a mesma em tratamento quimioterápico em Teresina. Além do prefeito foram convocados para a acareação os pais da suposta vítima. A mulher do prefeito também deve comparecer à acareação. Na primeira vez que foi convocado, Eustáquio não compareceu, fato que motivou o presidente da CPI, senador Magno Malta, a acionar a Polícia Federal para decretar a prisão preventiva do prefeito. Por causa disso, os membros da CPI decidiram prorrogar o seu encerramento até cinco de maio de 2010. Até lá os senadores pretendem apurar mais uma denúncia contra o prefeito, desta vez de ter molestado uma menina de onze anos, também da cidade de Corrente.
Escrito por Cazé às 21h02
[]
[envie esta mensagem]

Fernando Monteiro avisa que se filiará ao PTB O deputado Fernando Monteiro (DEM) comunicou ao presidente da Assembléia, Themístocles Filho, que assinará ficha de filiação no PTB, por todo o dia de amanhã (29). O comunicado não surpreendeu os democratas, uma vez que o partido já havia fechado questão contra a sua presença no governo, ocupando o cargo de secretário de Defesa Civil. Recentemente, Fernando Monteiro foi alvo de críticas dos deputados Roncalli Paulo (PSDB) e Edson Ferreira, do próprio DEM. Este último chegou a afirmar que ele não permaneceria na sigla, pois a sua condição de membro da equipe do governo petista dificultava a aliança do democratas com o PSDB.
Escrito por Cazé às 12h05
[]
[envie esta mensagem]

Populares aguardam corpo de Alberto na AL O salão nobre da Assembléia Legislativa está pronto para receber o corpo do deputado federal Alberto Silva, falecido na madrugada desta segunda-feira (28) em Brasília, aos 90 anos de idade. Ele era presidente do PMDB. Alberto Silva foi governador nomeado e depois eleito pelo voto direto. Foi senador duas vezes e se destacou na vida pública pelas grandes obras que realizou, desde quando foi prefeito de sua cidade, Parnaíba. A chegada do corpo à Assembléia não tem hora certa, devido a homenagens que estão sendo prestadas em Brasília. Já existem muitas presenças no salão nobre, inclusive pessoas simples da periferia. O sepultamento será na cidade de Parnaíba.
Escrito por Cazé às 11h35
[]
[envie esta mensagem]

Diálogo imaginário Mulher na delegacia - Seu delegado, eu quero que o senhor resolva um problema que surgiu em minha vida. Meu ex-marido, escorraçado de casa há três meses, voltou na calada da noite e se apoderou de uma parte da casa, querendo ficar, indefinidamente. Já faz uma semana. - O seu nome completo e o dele também, por favor. - Eu sou Maria Cândida Conde, mas só me chamam de “Conduras”. O cretino é Miguel Lima Malaia, mas é conhecido como Miguel Laia, por causa das más companhias que arranja. - Vocês são casados há quanto tempo? - Vivemos apenas quatro anos improrrogáveis, mediante contrato com separação de bens. Eu o indenizei, na forma da lei. - Qual foi o motivo da separação? - Ele começou a forjar documentos para permanecer comigo pelo resto da vida. Tem ainda o problema da impotência sexual dele. - Seu ex-marido tem parentesco com o ex-presidente de Honduras? Pergunto isso, porque nunca vi atitudes tão parecidas. - Ele é brasileiro e a família toda daqui, mas recebe influência de um parente que vive na fronteira do Brasil com o Paraguai. - Você acha que ele recebeu ajuda do outro para voltar? - Acho que sim, porque a minha empregada encontrou no bolso dele uma caixa de viagra de origem paraguaia. - Então ele veio mesmo apostando em novo relacionamento. - Mas ele sabe que não vai dar certo, pois eu já tenho outro homem morando no mesmo teto. - E não há risco de confronto entre os dois? - Meu novo homem é interino, mas é muito civilizado. Tem sido bastante tolerante, mas tudo tem o seu limite. Por isso estou aqui. - Como se chama o seu novo marido? - O nome completo dele é Michel Oliveira Cardoso, mas é conhecido como “Michelito”. - Vejo aí outra semelhança com o caso de Honduras. - É mera coincidência, seu delegado. - Como tem sido o comportamento do seu ex-marido nesse poucos dias em sua casa? - Ele arranja comida pela rua, geralmente quentinhas, e talvez por conta disso tenha andado se intoxicando. Uma vez vomitou dentro de casa. Anda cheio de micoses. - Ele já criou algum problema para a senhora junto à vizinhança? - Todo mundo sabe que eu não o aceito de volta, mas ele anda espalhando que é meu marido de direito. Só chama o outro de “golpista”. - Ele estaria insinuando “golpe do baú”, mas a senhora disse que seu novo homem é abastado, não foi isso? - Seu delegado, o golpista aí seria ele, com o seu “golpe de misericórdia”. - Minha senhora, apesar da semelhança esse seu caso não é o mesmo de Honduras. Volte para sua casa e fique tranqüila, pois eu vou arrancar esse vagabundo de lá, ainda hoje, custe o que custar. Os documentos que a senhora me entregou são suficientes. - Eu lhe agradeço muito, seu delegado.
Escrito por Cazé às 16h31
[]
[envie esta mensagem]

|