Debate plebiscitário
O debate que o presidente Lula queria para a sucessão de 2010, entre Dilma Rousseff e o seu concorrente do PSDB, fosse quem fosse, já está acontecendo, mas os personagens são outros, o próprio Lula e o seu antecessor, Fernando Henrique Cardoso. Aparentemente Inofensivo, desde que perdeu a eleição, FHC ressuscitou ao escrever um artigo para o jornal Zero Hora, de Porto Alegre. Lula foi ao rebate, mas sem eficácia, apesar da maior penetração do veículo utilizado, a televisão. Volta à baila o ex-presidente, agora em entrevista ao jornalista Augusto Nunes (Veja on-line). Dividida em cinco partes, a entrevista saiu em vídeo. Menos filosófico, FHC faz um balanço dos oito anos do atual governo. A má dicção do entrevistado é compensada pela sua elegância. Sem barba para coçar ou disfarçar nervosismo, Fernando Henrique faz sua retrospectiva com memória acurada. Sem demonstrar vaidade, ele credita o sucesso do Plano Real a Itamar Franco. O ressurgimento de Fernando Henrique parece estratégia de partido. Suas declarações chamam o presidente Lula para o centro do furacão, deixando José Serra, alvo principal do Planalto, preservado de más interpretações, quando ele se recusa a medir forças, antecipadamente, com a adversária inflada pelo Planalto. Caso não atinja cem por cento os seus objetivos, o ex-presidente desviará a platéia do espetáculo principal, a sucessão propriamente dita, até atravessar o “deserto” proposto pelo próprio Serra, o espaço entre os dias atuais e o mês que ele escolheu para iniciar o debater sucessório, março do próximo ano. O presidente Lula não poderá dar o calado por resposta a FHC, cujos ataques poderão lhe causa perda na aceitação popular, diminuindo o cabedal a ser transferido a Dilma, pelo presidente. Nesse caso, o prejuízo será dela e do seu partido, o PT. Lula e Fernando Henrique não são candidatos em 2010. Então, que se debatam, o quanto quiserem. A “saia justa” aprontada para Dilma (não é aquela da universitária da Uniban) chegou em boa hora. Ela nem precisa vesti-la ou recusá-la. É armadilha para correligionário nenhum desdenhar.
Escrito por Cazé às 18h45
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Fome zero no sertão
Frutos do pequizeiro começam a cair este mês Não são as cestas básicas da Defesa Civil e nem a “segurança alimentar” do Fome Zero que estão salvando as famílias miseráveis do sertão piauiense. De passagem por alguns povoados da região de Floriano, o Blog constatou que o socorro é da própria natureza. No campo há momentos de escassez e de fartura. As árvores frutíferas da Caatinga e do Cerrado socorrem as vítimas da seca nos meses mais críticos (outubro, novembro e dezembro), quando tudo parece exaurido. O pequi, o jatobá, o caju, o tucum, a “Maria preta”, o araça e tantas outras, são frutas que a meninada sai para pegar na chapada, logo nas primeiras horas do dia, e que alimentam mesmo. Em algumas comunidades, onde há o mínimo de umidade na terra, a manga tem sido a salvação. O importante é que ninguém precisa se cadastrar.
Escrito por Cazé às 11h37
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Saída honrosa
Adroaldino reaparece na redação, após várias semanas de ausência, com uma estória que poucos acreditam. Vou repassá-la, tal como foi contada:
Diz o filósofo de botequim que dois bandidos o abordaram em um assalto, em plena luz do dia.
- Vamos, passa a grana, se não eu te mato - disse um dos bandidos.
- Despista, despista, pois aqueles dois caras que vêm ali atrás são da polícia - teria dito Adroaldino, afugentando os dois.
Escrito por Cazé às 20h53
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Lula reabre o caso“apagão” O presidente Lula parece disposto a apurar as causas do “apagão” energético. Não deu o caso por encerrado, como fizeram os ministros Dilma Rousseff e Edison Lobão. Promete um esclarecimento à nação, mas só o fará quando tudo for apurado. O Blog aqui considerou apressada a fala de Lula em entrevista, quando ele disse que o problema teria sido numa linha de transmissão, mas que era preciso tempo, para se saber exatamente o local onde ocorrera a pane. Àquelas alturas, não havia mais necessidade de prazo, pois a luz já estava ligada. Se a linha foi reparada, vai ver que antes os técnicos descobriram o local. Descobre-se o defeito, para depois consertar. Não pode ser o inverso. O presidente descarta a possibilidade de sabotagem. Só falta ser descartada a “barbeiragem” de que falara a ministra Dilma Rousseff. O presidente Fernando Henrique, quando no poder, falou muito em “choque de gestão”. Hoje se fala mesmo é em “choque elétrico”, causado por raios.
Escrito por Cazé às 20h47
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Estaria com São Pedro a palavra final? Aqui, no Estado do Piauí, bem distante da região onde surgiu o apagão, parece ser mais cômodo analisar o problema. A Internet nos permite ver imagens de satélite, ouvir falas do presidente da República, de ministros, de pré-candidatos e de congressistas, de cabeça mais fria e sem paixão. Para um leigo como o signatário do Blog só há uma saída: analisar a questão pelo lado religioso, colocando a culpa em São Pedro. Se não, vejamos: no governo FHC a culpa do racionamento foi do santo, pois não chovia o bastante para manter o nível das hidrelétricas. Com a posse de Lula, voltou a chover. Tive a impressão de que o São Pedro era petista. Até a então ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, tida como ateia, parece ter confiado no encarregado das torneiras no Céu, quando disse: “racionamento, nunca mais”. Como que voltando à sua condição de suposta descrente, a ministra, agora da Casa Civil, afirma, com convicção, que o problema foi atmosférico. Chegou mesmo a dizer que é impossível garantir que não haverá outros apagões, porque não se pode prever temporais, ventos e coriscos. Demonstra descrer também na ciência. Para Dilma Rousseff o assunto está encerrado. Para São Pedro talvez não. A época dos temporais mais fortes ainda não chegou. O que diria Fernando Henrique Cardoso, a essas alturas, um ex-presidente que uma vez se disse ateu, e quando lhe perguntaram se era verdade respondeu: “graças a Deus”. O assunto que Dilma Rousseff dá por encerrado tem tudo para prosseguir em discussão, a menos que a oposição queira economizar discursos e ser mais discreta que o PT. O racionamento da era FHC deve ter contribuído para a chegada do PT ao governo. O apagão de agora terá a mesma utilização pela atual oposição, na luta pela retomada do poder.
Escrito por Cazé às 22h20
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Deputado do PT denuncia apropriação indébita no programa luz para todos O deputado Cícero Magalhães (PT) acusou prefeitos municipais adversários (não disse os nomes) de estarem chamando para si as obras do Luz Para Todos, inclusive fazendo cadastramento de famílias. Nas entrelinhas do seu discurso ele apontou pelo menos um município, Canto do Buriti, cujo prefeito é Nilmar Valente, do PSDB. O deputado disse que vai procurar a empresa encarregada da obra, e se não solucionar o problema denunciará o caso ao Ministério Público. Cícero recebeu apartes de Antônio Uchoa (PDT) e Xavier Neto (PR), ambos solidários. Xavier chegou a comparar o prefeito que assim procede de “corrupião”, pássaro que se apropria dos ninhos dos outros.
Escrito por Cazé às 14h07
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Apagão
De uma coisa o presidente Lula já tem certeza e repassou para a “fofiedade” (sociedade): o “apagão” de ontem (10) foi diferente do ocorrido em 2001, na gestão de Fernando Henrique Cardoso. Diferente ou não, o fato é que escureceu e faltou corrente nas tomadas. Quanto ao defeito, que teria sido na rede de transmissão, mas que é preciso aguardar um pouco mais, para se saber exatamente onde foi, há uma contradição: como não se sabe onde foi, se o técnico foi lá e consertou?
Escrito por Cazé às 21h03
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Excesso de otimismo
O saudoso deputado Waldemar Macedo costumava dizer que admitia o sujeito "enganar o próximo", mas não a si próprio. Disse isso a correligionários seus, quando havia excesso de otimismo na formação de chapas eleitorais. Está fazendo falta um Waldemar Macedo na equipe do governador Wellington Dias, para dizer a ele que a soma dos votos de vários pré-candidatos, aferida em pesquisa, nunca se repete quando a consulta popular é feita em torno de apenas um. É como trocar feijão de um saco para outro. Perdem-se sempre alguns caroços. Achar que a base aliada, uma vez unida e tomando por base os quase 60% de preferência obtidos pelos quatro pretendentes na última pesquisa garante vitória no primeiro turno, significa aquilo que Waldemar Macedo não aceitava.
Escrito por Cazé às 21h00
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Mais uma bolsa A proposta do ministro das Comunicações ao governo Lula, criar o “bolsa celular” para as pessoas que já são cadastradas no Bolsa Família, é um insulto ao contribuinte. Levada a sério, resultaria em processo eleitoral. O ministro Hélio Costa, segundo noticia o portal ai5piaui.com, sugere que sejam distribuídos 11 milhões de celulares pré-pagos, que teriam em conta um bônus mensal de R$ 7. Todo o programa, segundo Costa, custaria às empresas de telefonia R$ 2 bilhões, investidos em um período de dois anos. Para compensar esse custo, o governo abriria mão do recolhimento do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel) sobre esses celulares. Esse tipo de “agrado” não é comum na gestão pública. Existe na vida dos casais, sempre que um dos cônjuges se torna adúltero. Significa tirar da esposa e levar para a amante. A própria redação do texto é insultuosa: no início do parágrafo está dito que o programa custaria às empresas de telefonia R$ 2 bilhões. Em seguida, fala na compensação, dispensa do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações. Essa “malandragem” do governo Lula começou com o Fome Zero. Ganhou elogios no mundo inteiro, pela importância do tema, alimentação. Não “zerou” a fome, pois isso seria impossível. Com o Bolsa Família o “favor” foi mais direto (dinheiro em espécie). No rastro dessa proposta indecorosa do ministro Hélio Costa virá algo assim: “telefone celular é objeto de primeira necessidade”. Enquanto isso, o telefone público (orelhão) vai se tornando cada vez mais uma raridade. Que o digam os deputados estaduais do Piauí, que freqüentemente apresentam requerimentos solicitando o serviço para as comunidades rurais. A proposta de Hélio Costa não precisa nem ser aceita. Ela já é criminosa ao ser divulgada. É o crime em perspectiva. Partindo de um usuário do Bolsa Família, tudo bem, pois ele tem o direito de pechinchar cada vez mais. Mas, em se tratando de um ministro das Comunicações, com pretensões eleitorais, chega a ser repugnante.
Escrito por Cazé às 10h55
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O alerta de Nerinho O deputado Nerinho (PTB) fez um alerta aos tucanos, na sessão de hoje (10) da Assembléia Legislativa. Avisou que o prefeito de Picos, Gil Paraibano, não é confiável em matéria de apoio eleitoral. Segundo Nerinho, Gil Paraibano estava com o seu carro todo “adesivado”, em apoio a Freitas Neto, e de repente passou a apoiar João Vicente Claudino para o Senado. O nome de Gil Paraibano passou a freqüentar os discursos do PSDB na Assembléia depois que ele declarou apoio a Silvio Mendes, chegando mesmo a afirmar que se o governo do PT quisesse de volta o que investiu na sua cidade ele devolveria, do próprio bolso, por ter sido muito pouco.
Escrito por Cazé às 21h27
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Ainda o comercial da Caixa A respeito das matérias do Blog sobre o comercial da Caixa Econômica exibindo um jumento, na cidade de Nova Iorque – MA, Naise (naisecaldas@gmais.com) mandou este comentário: Eu gostava da propaganda. A família inteira do meu pai é de lá e pelo que comentavam... não achavam isso, mas "tudo" é relativo e depende da interpretação de cada. Estou sempre presente, viu? Parabéns novamente pelo blog.
Escrito por Cazé às 21h17
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Dupla ameaça A base do governo afirma que a reunião do governador Wellington Dias com os aliados incomodou a oposição. Nos canais de TV o vice-prefeito de Teresina, Elmano Ferrer, sustenta que se assumir fará mudanças na equipe. Os dois tons são de ameaça, embora sutil. Dificilmente o prefeito de Teresina deixaria de ser candidato para poupar de demissão seus atuais secretários. A vontade de ganhar tira o medo de perder. Silvio Mendes abriria perspectivas de cargos mais importantes para os "demissionários" de Elmano. Em política têm mais chances os que arriscam. O prefeito de Teresina pertence a um partido cujo nome mais cotado para a disputa presidencial, José Serra, teria que renunciar ao cargo de governador. O governador Wellington Dias, por sua vez, faz uma ameaça que aponta mais para o seu vice, Wilson Martins, quando diz que se a base não estiver unida ele ficará até o fim. Pensando bem, Wellington Ficando até o final do seu mandato causaria mais desunião em sua base do que renunciando. Sepultaria o sonho acalentado de Wilson Martins, de assumir o cargo e comandar a sucessão. Um vice que se visse assim interrompido não precisaria ser traidor. Bastaria exercer o seu direito de sobreviver, apoiando a quem melhor lhe conviesse.
Escrito por Cazé às 21h15
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Comercial da Caixa não agrada aos jovens de Nova Iorque
Da esquerda para a direita:Vitória, João e Francineide Os jovens de Nova Iorque - MA não gostam da propaganda da Caixa Econômica que exibe um jumento como símbolo do lugar e uns personagens falando inglês. Acham que a produção quis apenas ridicularizar a cidade. Para os três jovens da foto, a Caixa faria melhor se reabrisse o seu posto na cidade, fechado há um ano, ao que se sabe por irregularidades na administração. Sair de Nova Iorque para fazer um jogo da Loteca em Pastos Bons, a uma distância de 20 quilômetros, não é nada agradável. Os jovens de Nova Iorque questionam muita coisa ruim da administração municipal, como o atendimento médico. Para piorar a situação, na semana passada a Polícia Federal prendeu um falso médico que prescrevia benzetacil para qualquer tipo de doença.
Escrito por Cazé às 09h54
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Traição se pratica é na ausência O governador Wellington Dias reuniu, nesta segunda-feira (09), a portas fechadas, os onze partidos que formam a base governista. Comunicou que só se afastará do cargo para concorrer ao Senado se, na época, todos estiverem unidos em torno de um só objetivo, a continuidade do atual projeto de governo. Só falta o governador entender que traição se pratica é na ausência. Por mais unificado que o discurso possa ter parecido, o semblante de carda participante não tem feitio de documento. Já se foi o tempo do fio de bigode como garantia da palavra. Entre a data limite para desincompatibilização do governador (início de abril) e as convenções partidárias (junho) há muito espaço para quem pensa em trair. Aliás, estou usando a palavra “traição” apenas para simbolizar o espírito da questão. Na verdade, o que os partidos políticos vão praticar a partir de janeiro de 2010 será apenas o exercício democrático das alianças. Quem traça o caminho dos partidos, em qualquer eleição, é a sua base, por ocasião da convenção.
Escrito por Cazé às 21h29
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Bolsa cultura Devia ser proibido o governo dar dinheiro a qualquer pessoa. Por mais distante que esse tipo de oferta esteja da eleição, acaba soando como “agrado eleitoral”. A proposta de engendrar uma ajuda de R$ 50 reais na revisão da Lei Rouanet não parece adequada, por ser meramente consumista. O incentivo governamental deve ser para quem faz cultura, e não para quem consome, simplesmente. A esses deve ser dada oportunidade de trabalho e liberdade para comprar ingressos dos shows que lhe aprouver. Quando diz que os C$ 50 reais serão para o trabalhador comprar CDs e ingressos para shows, a proposta mostra sua própria pobreza.
Escrito por Cazé às 21h27
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Livros ocultos
O jornalista e escritor Herculano Moraes (foto) doou livros para uma espécie de biblioteca de beira de estrada, na cidade de Água Branca. Ela fica na lanchonete onde todo mundo pára e toma um lanhe. O local é ornamentado por cartazes eleitorais de todos os candidatos a cargo eletivo do Piauí, mas a estante é de ferro e fica fechada. O Blog sugere que a Secretaria Municipal de Cultura de Água Branca coloque os livros numa vitrine. Do contrário, a doação de Herculano Moraes não alcançará os seus objetivos. Que são disseminar a prática da leitura.
Escrito por Cazé às 12h12
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Dano no asfalto
As ruas de Teresina sofrem constantes avarias, com as ações da Agespisa. Corta-se o asfalto para colocação de tubulações na rede de esgotos, mas a reposição nunca é feita de modo satisfatório. Na Rua Félix Pacheco, próximo à Rádio Pioneira, uma dessas avarias poderá causar acidentes. Não há qualquer sinal de advertência para quem passa de carro.
Escrito por Cazé às 12h09
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Primeira a chegar
Em acidentes de carros com postes, o que é comum na Avenida Maranhão, a Cepisa está chegando primeiro que a perícia do Detran. A sede da companhia fica próxima. Nesta batida, ocorrida na noite de ontem (09), a Cepisa chegou logo após a ambulância do SAMU. O poste não sofreu nada, mas a equipe estava lá, pronta para fazer o seu relatório. O que a Cepisa não faz com pressa é a restauração da corrente, quando o acidente danifica a rede. Pelo menos no conjunto Saci as religações demoram bastante.
Escrito por Cazé às 12h06
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Previsão confirmada A previsão do Blog, de que o artigo de FHC criticando Lula e sua ministra candidata, Dilma Rousseff, incomodaria o Planalto, se confirmou. O presidente respondeu, em seu estilho característico de achar que a causa foi a derrota eleitoral, enquanto a candidata fez uma comparação descabida, de FHC com Hitler. Tudo se pode dizer de Fernando Henrique, mas nunca que ele fora um tirano em sua passagem pela presidência da República. Lula e Dilma precisam entender que FHC escolheu uma forma de ataque difícil de ser respondida pelos seus alvos, a escrita em jornais. Possuidor de má dicção, Fernando Henrique não iria longe atacando Lula e Dilma pelo rádio ou pela televisão. Escrevendo, ele leva vantagem. O presidente e a ministra poderão derrapar e até sofrer fraturas nas cascas de banana que FHC colocou em seu caminho.
Escrito por Cazé às 12h03
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