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Blog do Caze
 


A visita de Dilma ao Piauí

O portal 180graus.com estampou em manchete que a visita da presidente Dilma ao Piauí foi a pior de todos os presidentes. Mostrou imagens de protestos em Teresina, mas reconheceu que ela foi bastante aplaudida, aqui e em Parnaíba, cidade atualmente governada pelo PT.

A visita de Dilma estava prevista para ser mesmo fraca, a começar pela véspera. Na Assembleia Legislativa dois deputados do PT usaram a tribuna, mas não disseram uma só palavra sobre a visita. Enquanto isso, os deputados Tererê (PSDB) e Robert Rios (PDT) previram o “fiasco” que seria a presença de Dilma no Piauí.

Tererê chegou a antever que ela não trataria da questão principal que afeta os piauienses, o baixo desempenho da Eletrobrás. O Porto de Luis Correia não seria lembrado, disse ele. Acertou em cheio o representante do PSDB.

O deputado Robert Rios criticou a presidente e disse não saber mesmo o que ela viria fazer no Piauí. Apenas o deputado Cícero Magalhães (PT) defendeu a presidente, embora exagerando um pouco nas colocações. Ele disse assim: “essa aí tem história”. Na verdade, a história de Dilma não é lá essas coisas. Foi chefe de um depósito de armas clandestinas da esquerda, não chegando sequer a liderar o grupo. Se foi torturadas, não foi exceção. As pessoas que fizeram história nesse país são muito diferentes de Dilma Rousseff.



Escrito por Raimundo Caze às 21h33
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Pobreza sem vida

social no Brasil

O Brasil verdadeiro agradeceria de coração ao opositor de Dilma que arrancasse do atual governo a máscara da “igualdade social”. O maior programa de transferência de renda, o Bolsa Família, dá R$ 100 reais a cada família miserável, e isso não iguala ninguém à coisa nenhuma. O programa só é grande no número de pessoas que abrange.

Indo ao circo ou ao cinema, duas pessoas (criança e acompanhante) gastariam os 100 reais do Bolsa Família em um só dia. Bastaria uma chuva que obrigasse os dois a tomar um taxi. Ainda ficaria faltando muito para a família dos dois se igualar a outra que tivesse um carro na garagem e uma renda de ao menos R$ dois mil reais por mês.

Independentemente do que o governo petista entenda por vida social, pode-se afirmar que nos quase doze anos de “ufanismo” petista não houve estímulo a atividades sociais das pessoas pobres. No Brasil atual somente as famílias ricas tomam banho de piscina, em casa ou nos clubes que frequentam.

Na década de 1960, Teresina tinha intensa vida social. Quem não era sócio do Jockey Club, da AABB ou das Classes Produtoras frequentava os bailes do Clube dos Comerciários, da Escola São Paulo e do Clube do Marquês de Paranaguá. Os jovens e adolescentes atualmente nem sabem o que seja frequentar um baile. Contentam-se em assistir à Parada Gay.

O Brasil não tem atrativos para tirar os menores da droga. Os estímulos são para recuperar os viciados, nunca para desviá-los do mau caminho. A mídia televisiva mostra, todos os dias, favelas inteiramente dominadas por traficantes. E não existe nenhum programa para impedir a entrada das drogas no Brasil.

Como disse o deputado Robert Rios, a Polícia Federal já não tem como vigiar as fronteiras, pois lhes faltam condições até para abastecer suas viaturas, sem falar na defasagem salarial. O governo parece medir forças com a PF, só porque, em suas operações, encontram grandes quantidades de petistas envolvidos nos mais diferentes crimes.

 

 



Escrito por Raimundo Caze às 12h08
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